quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Heroes - 3x05

E vamos nós com mais uma resenha.

"3x05 - Angels and Monsters" foi um episódio estranho, digo, deixou uma sensação estranha.
Ao final do episódio, parece que nada pode evitar aquele futuro caótico visto nos episódios anteriores.

E como o próprio título do episódio sugere, os "anjos" e "monstros" do seriado podem não ser exatamente quem pensávamos que seriam.

A começar por Mohinder Suresh, cada vez mais "transformado".
Nem parece aquele pesquisador/humanista de outros tempos.
Agora, cada vez mais obcecado, não mede esforços para realizar seu trabalho.

Enquanto isso, Peter Petrelli ataca Sylar e Angela Petrelli.
Será que Peter realmente vai se tornar aquele "terrorista vindo do futuro" dos episódios passados?


Nathan, ainda sob influência de Linderman, procura respostas junto com Tracy.
Mas o que ele descobrirá mudará completamente suas crenças atuais.


E pela primeira vez em um episódio de Heroes, não gostei da participação de Hiro e Ando. Como o próprio Ando afirma, eles têm sido muito incompetentes.
Todo o ocorrido com Adam Monroe só comprova isto.


E que desfecho foi aquele, quando Hiro deve provar que é "malvadão" para se unir à equipe de Daphne, a velocista, a "Nêmesis"?
Será que Hiro perdeu mesmo a noção das coisas?
Ou será que ele tem tudo sob controle?
Só mesmo vendo os próximos episódios...

E quanto a Sylar?
Está mesmo se tornando um herói?
É o que parece, vista a sua conduta durante o encontro com Claire e um fugitivo da Companhia.
Percebe-se que o Sr. Bennett continua focado, mesmo que tenha que tomar atitudes extremas e desvirtuadas para atingir seu objetivo.
Claire percebe isto também.
Sylar aproveita a oportunidade para mostrar que está a par das intenções do Sr. Bennett.


E os grandes mistérios do seriado estão residindo mesmo nas figuras de Angela Petrelli e Linderman.
Todos os demais tornaram-se peões neste complicado jogo, onde Angela e Linderman parecem ser os verdadeiros jogadores.


Ah, mas calma lá.
O final do episódio reserva surpresas.
Não vou explicitar aqui, mas a família Petrelli ficará mesmo em "pé de guerra".

Como afirmei no início desta resenha, foi um episódio que deixou uma sensação estranha. Os heróis e os vilões (ou os anjos e monstros) estão cada vez mais parecidos, mudando atitudes, trocando de lados.
Resta saber até que ponto estas decisões afetarão o "andar da carruagem" e se tudo isto resultará inevitavelmente naquele "futuro caótico".