quinta-feira, 26 de junho de 2008

Protestando

Isso mesmo.

É hora de meter o pau de novo (entendam como quiserem, seus cretinos maliciosos)...
A mer#$* vai atingir o ventilador (só espero que ele esteja ligado)...

Não, não vou falar dos políticos malditos, em sua infindável jornada para arregaçar as pregas do pobre, sofrido e mulambento povo brasileiro.

Muito menos das cretinices e mesquinharias que vemos na televisão todos os dias.
Não existe mais nenhum programa realmente educativo nesta porcaria chamada "televisão brasileira"?

Bom, pelo menos a novela "Pantanal" está sendo reprisada.
Se a trama não é exatamente um primor, pelo menos a obra teve o mérito de resgatar um pouco da verdadeira identidade sertaneja (e pantaneira) daquela região, assim como o orgulho do país diante de uma das maiores belezas naturais deste planeta.
E antes que eu me esqueça: para todas aquelas "duplas sertanejas", para todos aqueles que fazem "country music" e pensam que estão fazendo música brasileira: vão tomar no c%#*!!!!!!
Carai...

Quero falar, na verdade, sobre uma das maiores pragas urbanas dos dias atuais.

Ratos? Não, amiguinhos, eles ainda estão lá, mas estão sob controle.

Pombas? Não, amiguinhos, as coitadas das pombas não têm culpa se, a cada evento de mer#*, ficam lançando pombas brancas aos céus, sem se importar com o que elas farão depois, ou seja, reproduzir e viver livremente nas cidades.
E depois reclamam que há uma "superpopulação de pombas", que é preciso um controle maior. Ah, vão tomar no c*#, carai.
Por que não param de soltar as benditas pombas a cada evento, a cada joguinho de droga que inventam?
Eis uma idéia: capturem as pombas que estão nas ruas e soltem elas depois.
Fácil, não?
O quê? Só porque elas não são mais brancas?
Bando de franholinhas, pauzinhos-no-c*%$#...

Não, nada disso, amiguinhos.
A verdadeira praga urbana atende por um singelo nome:
Flanelinha.
Ou ainda: cuidador, mordedor...
Já encheu o saco.
Onde quer que se vá, sempre tem um xarope na volta.
Bastou sair do carro pra ouvir aquela frase peculiar: "bem cuidado, chefe" ou algo assim.
E na hora de voltar ao carro? Ficam nos nossos calcanhares, sedentos, quase que uma sombra ameaçadora, deixando o cidadão de bem com a sensação de que está fazendo algo errado.
Ah, vão pra "put%#* que los pariu", carai...
Vão se fu#*...
Não dou dinheiro a flanelinha (ou, na minha definição, vagabundo).
E o que acontece quando não damos dinheiro?
Ficam nos encarando, como se fôssemos caloteiros e canalhas de classe maior, às vezes proferem algum impropério, sem contar que muitas vezes, os vagabundos ousam riscar os carros e tudo mais.
As autoridades fizeram o que mesmo para acabar com isso?
Ah, é verdade... Nada.
Não fizeram, não fazem e, provavelmente, nunca farão.

É por isso que inicio agora a seguinte campanha:


Chega. Não dá mais.
"Ah, mas os coitados estão trabalhando".
Sinto muito, mas minha definição de trabalho é diferente.
Um pintor trabalha, um pedreiro trabalha, um policial trabalha, um bombeiro trabalha.
Médicos, advogados, professores, garçons, carteiros. Todos estes trabalham.
Até jogadores de futebol trabalham.

Trabalhar consiste em empregar esforço para produzir algo (de preferência, algo que trará benefícios para a sociedade).

Qual é o esforço de um flanelinha?
Qual é o produto deste esforço?
Qual o benefício para a sociedade?
Resposta para todas as questões acima: nenhum.

Sabem, amiguinhos, já que aplicaram a "tolerância zero" para quem beber e depois dirigir, acho que seria a hora mais-do-que-adequada para fazer o mesmo com os flanelinhas.
Ou seja, vagabundo que estiver à toa nas esquinas, enchendo o saco dos demais cidadãos, tem que tomar um corridão.

E já que toquei no assunto: que palhaçada essa "tolerância zero" para quem beber e dirigir.
Cito aqui um texto retirado do blog Scarapa:
"A lei de tolerância zero ao álcool foi sancionada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva em 19 de junho de 2008. Agora, as multas são aplicadas para condutores que apresentarem 0,2 grama de álcool por litro de sangue, mas o valor pago será o mesmo (R$ 955). O motorista também poderá ser punido com a suspensão da carteira de habilitação por um ano.

É uma lei muito estúpida, pois ela põe no mesmo patamar o motorista TOTALMENTE alcoolizado, com uma pessoa que saiu para JANTAR com a sua esposa ou namorada; e no ato consumiu UM CÁLICE de vinho, é um absurdo.

Sabemos que a taxa de criminalidade é muito maior na classe RACIAL NEGRA, certo? Então sugiro que para baixar a criminalidade, fizesse um toque de recolher das 21h as 07h, somente para as pessoas NEGRAS, assim não haveria mais crimes certo? ERRADO!"

Meu pensamento, em essência, é o mesmo.
Aqui neste Brasil, il, il é tudo nivelado por baixo, afinal, isto requer menos esforço por parte dos governantes e agentes fiscalizadores.
Coloca tudo no mesmo saco e o resto é festa...

Enquanto isso, o Lulinha viaja de avião e pode encher o furo de pinga (e continuar comandando uma nação inteira).
Mas nós, os trabalhadores, não podemos mais beber um cálice de vinho, um copo de cerveja em um almoço, uma janta, para depois dirigir.
Não. Se fizermos isso, somos criminosos. Sim, somos bandidos, malditos, canalhas, mesmo nunca tendo roubado ninguém, nunca tendo sido investigado por CPIs e o escambau, somos bandidos da pior espécie.

Mas calma, amiguinhos. Tudo a seu tempo.
Para esta lei de mer$#&* cair, basta um filhinho vagabundo e imbecil de algum deputado (ou senador ou ministro ou o carai-a-quatro) atropelar alguém estando completamente enxaguado.
Já aconteceu antes, lembram? Um certo filho, de um então certo ministro, atropelou uns quantos e matou uns três. Estava completamente entorpecido, andando em alta velocidade. O que aconteceu com ele? Até onde se sabe, nada.
E viva o país do futebol...

Por enquanto é isso.
Agora deixa eu ver se o ventilador estava ligado...